Guia Companha de Produção Audiovisual de Imóveis
Diretrizes para fotografias, vídeos, roteiros, participação da Corretora de Imóveis e uso responsável de inteligência artificial

1. Finalidade do Guia
Este Guia estabelece uma metodologia comum para planejar, roteirizar, produzir, revisar e publicar apresentações audiovisuais de imóveis da COMPANHA NEGÓCIOS IMOBILIÁRIOS. O documento organiza as possibilidades de produção a partir de fotografias, vídeos, participação da Corretora de Imóveis e recursos de inteligência artificial.
Sua função é dupla: orientar a produção humana e servir como especificação funcional para o futuro PM [COM] — Produção Audiovisual de Imóveis.
1.1 Objetivos
Padronizar a linguagem visual, comercial e editorial das apresentações de imóveis.
Transformar materiais brutos em narrativas imobiliárias claras, elegantes e orientadas à conversão.
Definir quando utilizar fotografia, vídeo, locução, Corretora de Imóveis, textos na tela e IA.
Preservar a fidelidade do imóvel anunciado e a credibilidade da COMPANHA.
Permitir reaproveitamento eficiente do mesmo material em diferentes canais e durações.
Preparar regras e módulos que possam ser posteriormente automatizados por prompt.
2. Princípios da Produção Audiovisual COMPANHA
Princípio | Aplicação |
Fidelidade | A apresentação deve corresponder ao imóvel efetivamente ofertado. Não criar atributos físicos, vistas, dimensões, acabamentos, equipamentos ou condições inexistentes. |
Protagonismo do imóvel | A Corretora, a música, os textos e os efeitos apoiam a narrativa; o imóvel permanece como elemento central. |
Naturalidade | Tratamentos visuais e recursos de IA devem melhorar legibilidade e apresentação sem produzir aparência artificial ou enganosa. |
Narrativa antes de inventário | Evitar mera enumeração de características. Organizar os atributos dentro de uma história de visita, uso e valor. |
Informação verificável | Área, dormitórios, vagas, preço, localização e demais dados objetivos devem ser conferidos no anúncio ou em fonte autorizada. |
Elegância e contenção | Tipografia, transições, trilha, animações e textos devem ser discretos e coerentes com o posicionamento da marca. |
Adequação ao canal | A mesma propriedade pode exigir linguagem, enquadramento, duração e CTA diferentes conforme o canal. |
Transparência no uso de IA | Quando a IA alterar ou criar material visual relevante, a produção deve ser avaliada quanto ao risco de induzir o público a erro. |
3. Insumos para Produção
O sistema deve funcionar mesmo com poucos materiais, mas a qualidade cresce conforme aumenta a quantidade de informações confiáveis.
Insumo | Prioridade | Utilização |
Link do anúncio | Alta | Dados técnicos, preço, localização, diferenciais e CTA. |
Vídeo bruto | Alta para vídeo | Sequência real da tour, movimentos, ambientes e duração. |
Fotografias | Alta | Carrosséis, capas, Reels fotográficos, inserts e apoio ao vídeo. |
Planta | Média | Compreensão espacial, transições e explicações de layout. |
Foto/vídeo da Corretora | Conforme modalidade | Apresentação presencial, abertura, fechamento ou composição. |
Informações de localização | Média | Contexto urbano, mobilidade, praia, comércio e estilo de vida. |
Identidade visual | Obrigatória | Logo, tipografia, cores, assinatura e padrão de textos. |
Objetivo/público | Recomendável | Determina argumento comercial, ritmo e CTA. |
4. Arquitetura das Modalidades de Produção
As modalidades são organizadas em quatro famílias. Um mesmo imóvel pode gerar diversos produtos a partir do mesmo conjunto de materiais.
4.1 Família A — Produção baseada em fotografias
Código | Produto | Descrição | Corretora |
AV01 | Carrossel narrativo | Sequência de fotos com progressão lógica, títulos curtos e CTA. | Opcional |
AV02 | Tour fotográfico | Fotos ordenadas como uma visita ao imóvel, conduzindo o público entre ambientes. | Opcional |
AV03 | Reel fotográfico | Slideshow vertical com movimento, transições, textos e trilha. | Opcional |
AV04 | Storytelling fotográfico | Sequência orientada por experiência, estilo de vida ou proposta de valor. | Opcional |
AV05 | Apresentação fotográfica com Corretora | Foto da Corretora em abertura/fechamento ou composição pontual. | Sim |
Diretriz: evitar inserir a Corretora artificialmente em todas as fotografias. Uma presença seletiva tende a reforçar identidade e confiança sem disputar atenção com o imóvel.
4.2 Família B — Produção baseada em vídeo do imóvel
Código | Produto | Descrição |
AV06 | Vídeo com texto na tela | Tour original com títulos e informações sincronizados à timeline. |
AV07 | Vídeo com locução | Tour original com roteiro narrado e trilha de fundo. |
AV08 | Tour técnico-comercial | Vídeo com narrativa estruturada por ambientes, atributos, diferenciais e CTA. |
AV09 | Versões derivadas | Cortes de 15, 30, 60, 90 segundos e versão completa a partir do mesmo material. |
4.3 Família C — Produção com Corretora real
Código | Produto | Modelo |
AV10 | Apresentação presencial | Corretora percorre o imóvel e apresenta ambientes diante da câmera. |
AV11 | Abertura e fechamento | Corretora aparece no início e no CTA; miolo utiliza tour + voz em off. |
AV12 | Corretora + B-roll | Corretora grava separadamente; imagens do imóvel entram sobre a fala. |
AV13 | Locução da Corretora | A voz real conduz o vídeo sem necessidade de presença constante em cena. |
Entre as modalidades com presença humana, AV11 tende a oferecer excelente equilíbrio entre autenticidade, facilidade de gravação e aproveitamento do vídeo do imóvel.
4.4 Família D — Produção híbrida e assistida por IA
Código | Produto | Uso de IA | Cautela |
AV14 | Tratamento audiovisual | Correção de luz, enquadramento, ruído e acabamento. | Não descaracterizar. |
AV15 | Composição Corretora + imóvel | Inserção visual pontual a partir de material autorizado. | Preservar aparência real. |
AV16 | Cenografia/ambientação demonstrativa | Simulação visual de decoração ou uso potencial. | Identificar como simulação quando necessário. |
AV17 | Apresentador virtual | Pessoa fictícia apresenta o imóvel. | Usar quando coerente com a estratégia. |
AV18 | Vídeo generativo complementar | Cenas criadas para apoio narrativo. | Não apresentar como registro real do imóvel. |
5. Níveis de Intervenção da Inteligência Artificial
Nível | Intervenção | Exemplos | Regra |
N0 | Sem IA generativa | Corte, montagem, legendas, trilha. | Livre, preservada a fidelidade. |
N1 | Aprimoramento técnico | Luz, contraste, estabilização, limpeza visual. | Não alterar atributos materiais. |
N2 | Composição | Inserção da Corretora, elementos gráficos, céu ou enquadramento. | Revisão humana obrigatória. |
N3 | Simulação | Decoração virtual, mobiliário, ambientação de uso. | Não confundir simulação com estado atual. |
N4 | Geração audiovisual | Apresentador ou cenas inteiramente geradas. | Uso seletivo e transparência adequada. |
Regra central: a IA pode aprimorar a apresentação, mas não deve criar percepção materialmente diferente do imóvel efetivamente ofertado.
6. Metodologia da Narrativa Imobiliária
O roteiro deve acompanhar a lógica visual do material e a proposta de valor do imóvel. A estrutura abaixo é referência, não uma fórmula rígida.
Etapa | Função | Pergunta orientadora |
1. Gancho | Interromper a rolagem e despertar interesse. | Por que este imóvel merece atenção agora? |
2. Contextualização | Situar imóvel e localização. | Onde estamos e que tipo de imóvel será apresentado? |
3. Experiência | Conduzir a visita de forma natural. | Como é percorrer e utilizar estes ambientes? |
4. Atributos | Apresentar dados essenciais. | Quais características objetivas sustentam a oferta? |
5. Diferenciais | Evidenciar o que distingue o imóvel. | O que dificilmente encontro em alternativas comparáveis? |
6. Estilo de vida | Conectar espaço e uso. | Que experiência de morar, investir ou usufruir ele proporciona? |
7. Fechamento | Retomar a proposta central. | Qual ideia o público deve guardar? |
8. CTA | Converter atenção em ação. | Qual é o próximo passo desejado? |
7. Roteiro Técnico de Tour
Quando houver vídeo, o roteiro deve ser construído sobre a timeline real. Primeiro se lê o vídeo; depois se escreve para ele. Evita-se escrever uma locução abstrata e tentar encaixá-la posteriormente.
Campo | Conteúdo obrigatório |
Tempo | Início e fim da cena ou bloco. |
Imagem/cena | Ambiente e ação visual efetivamente exibidos. |
Objetivo | Função narrativa/comercial daquele trecho. |
Corretora | Em cena, fora de cena ou ausente. |
Fala | Texto pronunciado diante da câmera. |
Voz em off | Locução sobre imagens do imóvel. |
Texto na tela | Informação curta, legível e complementar. |
Movimento/enquadramento | Orientação de câmera quando a gravação ainda será realizada. |
Áudio | Trilha, pausa, efeito ou ênfase. |
Transição | Corte ou passagem para a próxima cena. |
7.1 Exemplo de estrutura
Tempo | Cena | Apresentação | Texto na tela |
00:00–00:05 | Imagem de maior impacto | Gancho curto da Corretora ou voz em off. | Localização / principal diferencial |
00:05–00:18 | Área social | Integração, amplitude e experiência de uso. | Área privativa / integração |
00:18–00:30 | Área íntima | Características objetivas sem excesso de inventário. | Dormitórios / suítes |
00:30–00:45 | Diferencial principal | Argumento de valor conectado à imagem. | Diferencial-chave |
00:45–00:55 | Contexto/estilo de vida | Localização e experiência. | Bairro / proximidade |
00:55–01:00 | Melhor imagem ou Corretora | Fechamento e convite à visita. | COMPANHA + CTA |
8. Participação da Corretora de Imóveis
A presença da Corretora deve transmitir confiança, domínio do imóvel e naturalidade. O roteiro não deve transformá-la em uma narradora de ficha técnica.
Priorizar frases curtas e faláveis; evitar parágrafos longos decorados.
Associar a fala ao ambiente visível no momento.
Alternar presença em cena e B-roll para dar ritmo e reduzir esforço de gravação.
Reservar dados muito numéricos para textos na tela ou voz em off quando isso melhorar a naturalidade.
Usar gestos e deslocamentos com função: abrir uma porta, revelar uma vista, aproximar-se da varanda ou conduzir a transição.
Gravar abertura e encerramento em mais de uma versão para facilitar a edição.
Manter figurino, dicção, postura e enquadramento coerentes com o posicionamento da COMPANHA.
8.1 Modelos de presença
Modelo | Presença | Complexidade | Uso recomendado |
Presencial integral | Alta | Alta | Tours premium e imóveis de maior valor estratégico. |
Abertura + fechamento | Média | Baixa/Média | Padrão recomendado para produção recorrente. |
B-roll + fala | Média | Média | Conteúdo editorial e explicativo. |
Somente locução | Baixa | Baixa | Alta escala e reaproveitamento de vídeos existentes. |
Imagem composta por IA | Pontual | Média/Alta | Peças específicas, com revisão rigorosa. |
9. Trilha, Locução, Tipografia e Textos na Tela
9.1 Trilha
A música deve apoiar o ritmo e a atmosfera sem competir com a fala. Para uma linha rock progressivo instrumental, priorizar composições originais ou devidamente licenciadas, com guitarra atmosférica, dinâmica gradual e ausência de vocais quando houver locução.
9.2 Locução
A locução deve ser clara, profissional, conversacional e compatível com o tempo visual. Evitar velocidade excessiva, superlativos vazios e repetição do que já está escrito na tela.
9.3 Tipografia e legibilidade
Os textos devem utilizar tipografia elegante e altamente legível em telas pequenas. Manter contraste suficiente, margens de segurança, poucas palavras por quadro e hierarquia consistente. A identidade visual definitiva deverá seguir o manual vigente da COMPANHA.
9.4 Regra de complementaridade
Imagem, fala e texto não devem repetir integralmente a mesma informação. O ideal é que cada camada acrescente algo: a imagem demonstra; a fala interpreta; o texto fixa o dado essencial.
10. Formatos e Canais de Saída
Canal/uso | Formato-base | Orientação | Observação |
Instagram Reels | Vídeo curto | 9:16 | Gancho imediato; legendas e CTA. |
Instagram Stories | Blocos curtos | 9:16 | Sequência em telas; CTA direto. |
Instagram carrossel | Fotografias | 4:5 ou 1:1 | Narrativa visual e leitura rápida. |
Vídeo/carrossel | Adaptável | Pode receber versão mais explicativa. | |
YouTube | Tour completo/Shorts | 16:9 ou 9:16 | Versão longa e cortes verticais. |
Site COMPANHA | Tour/apresentação | 16:9 preferencial | Contexto mais completo do anúncio. |
Vídeo curto | 9:16 ou 16:9 | Arquivo leve e mensagem objetiva. | |
Apresentação direta ao cliente | Tour completo | Conforme material | Pode incluir informações mais técnicas. |
11. Matriz de Decisão por Material Disponível
Material disponível | Produtos prioritários | Produtos complementares |
Somente fotos | AV01, AV02, AV03 | AV04, AV05 |
Fotos + anúncio | AV01, AV03, AV04 | AV05 |
Vídeo + anúncio | AV06, AV07, AV08 | AV09 |
Fotos + vídeo + anúncio | AV07, AV08, AV09 | AV01, AV03 |
Vídeo + Corretora | AV10, AV11, AV13 | AV07, AV09 |
Fotos/vídeo + Corretora + IA | AV11, AV14, AV15 | AV16, AV18 |
Sem Corretora disponível | AV03, AV07, AV08 | AV17, se estrategicamente adequado |
12. Fluxo Operacional
1. Receber anúncio, fotografias, vídeos e demais materiais.
2. Conferir consistência dos dados objetivos do imóvel.
3. Diagnosticar qualidade e suficiência do material.
4. Identificar público, objetivo e principal proposta de valor.
5. Selecionar o produto audiovisual mais adequado.
6. Fazer curadoria e ordenar fotos/cenas.
7. Construir narrativa e roteiro técnico sobre a sequência visual.
8. Definir participação da Corretora, locução, textos, trilha e IA.
9. Produzir/editar a peça.
10. Revisar fidelidade, informação, legibilidade, áudio e identidade visual.
11. Gerar adaptações por canal.
12. Publicar, arquivar os ativos e registrar aprendizados.
13. Checklist de Qualidade
13.1 Conteúdo e informação
Os dados do roteiro conferem com o anúncio atualizado?
Há alguma inconsistência entre título, descrição, ficha técnica, fotos e vídeo?
O roteiro evita promessas ou atributos não verificáveis?
O principal diferencial do imóvel está claramente identificado?
13.2 Imagem
O imóvel permanece fiel à realidade?
Há cenas redundantes, tremidas, escuras ou longas demais?
Os melhores ambientes aparecem em posições estratégicas?
Intervenções de IA foram revisadas quanto a alterações materiais?
13.3 Roteiro e Corretora
A fala acompanha aquilo que o espectador está vendo?
As frases são naturais para gravação oral?
A Corretora aparece nos momentos em que agrega confiança ou condução?
O vídeo possui gancho, progressão e fechamento?
13.4 Som e textos
A trilha não compete com a voz?
A música é original, licenciada ou possui autorização adequada de uso?
Os textos são legíveis em celular e permanecem dentro das margens de segurança?
Não há excesso de informação simultânea?
13.5 Conversão
O público sabe qual imóvel está sendo apresentado?
O posicionamento da COMPANHA está reconhecível?
O CTA é claro e adequado ao canal?
Há informação suficiente para estimular contato sem transformar o vídeo em ficha técnica?
14. Produtos-Padrão Recomendados para Início
Para implantação, recomenda-se começar com quatro produtos que cobrem a maior parte das situações e permitem comparar desempenho sem elevar excessivamente a complexidade.
Prioridade | Produto | Motivo |
P1 | AV07 — Vídeo com locução | Aproveita vídeos existentes e exige pouca nova gravação. |
P2 | AV11 — Corretora abre/fecha + tour | Combina autenticidade, marca pessoal e eficiência. |
P3 | AV03 — Reel fotográfico | Resolve imóveis que possuem boas fotos, mas não vídeo. |
P4 | AV01 — Carrossel narrativo | Formato simples, informativo e altamente reutilizável. |
Após a validação desses quatro formatos, a COMPANHA poderá ampliar progressivamente para tours presenciais completos, composições com IA e produtos generativos.
15. Base Funcional do Futuro PM [COM] — Produção Audiovisual de Imóveis
O futuro prompt deverá transformar este Guia em procedimento executável. A arquitetura recomendada é modular.
Módulo | Função |
M1 — Diagnóstico | Ler anúncio e materiais; identificar lacunas, inconsistências e qualidade. |
M2 — Estratégia | Definir público, objetivo, proposta de valor e argumento central. |
M3 — Seleção de produto | Escolher ou recomendar AV01–AV18 conforme os insumos. |
M4 — Curadoria visual | Ordenar fotos/cenas e selecionar abertura, diferenciais e fechamento. |
M5 — Roteiro editorial | Produzir gancho, narrativa, atributos, diferenciais e CTA. |
M6 — Roteiro técnico | Sincronizar timeline, cena, fala, voz em off, texto e transições. |
M7 — Corretora | Definir presença, movimentação, falas e instruções de gravação. |
M8 — Áudio e identidade | Definir trilha, locução, tipografia, assinatura e legibilidade. |
M9 — IA | Determinar intervenções permitidas e salvaguardas de fidelidade. |
M10 — Adaptações | Gerar versões por duração, proporção e canal. |
M11 — Controle de qualidade | Executar checklist antes da entrega. |
16. Regra de Execução Automática Futura
Quando o usuário fornecer apenas anúncio + materiais e selecionar “modalidade automática”, o PM deverá: (a) analisar os insumos; (b) apontar inconsistências relevantes; (c) identificar a proposta de valor; (d) recomendar até três produtos audiovisuais em ordem de prioridade; (e) executar o produto selecionado ou o padrão previamente definido; e (f) produzir as adaptações solicitadas.
O sistema deverá evitar interromper a execução por questões secundárias que possam ser resolvidas pela análise dos materiais. Perguntas ao usuário devem ser reservadas a informações realmente indispensáveis ou a decisões que possam alterar materialmente a veracidade da apresentação.
17. Projeto-Piloto
A cobertura em Ingleses Norte utilizada nos testes iniciais da COMPANHA será tratada como caso-piloto para validar a metodologia. O objetivo não é apenas produzir uma peça final, mas testar a sequência de diagnóstico, leitura da timeline, roteiro, trilha, textos, presença da Corretora e adaptação para diferentes formatos.
Os aprendizados do piloto deverão ser incorporados à próxima versão deste Guia antes da homologação do PM [COM] — Produção Audiovisual de Imóveis.
18. Governança e Evolução do Guia
Este documento deve ser tratado como guia vivo. Novos formatos, ferramentas e capacidades de IA podem ser incorporados, desde que preservem os princípios de fidelidade, clareza, credibilidade, identidade de marca e adequação comercial.
Versão 1.0: estrutura conceitual e operacional inicial. Próximo marco: validação por casos reais e consolidação da versão 2.0, que servirá de base para homologação do prompt operacional.




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